31.8.05

perfeita?

saiu na isto é gente uma foto que prova: luana piovanni tem, sim, celulite.

e a campanha pela real beleza chegou para ficar.

don't make me put you in your place.

e vocês, que tanto incentivaram, não comecem a dar pra trás agora. eu preciso de apoio, ok?
de qualquer forma, será muito difícil me fazer mudar de opinião.

comprei a passagem.

could you, please please please, leave me alone?
eu gostaria de pedir, educadamente, para que todos fosse à puta-que-pariu hoje. e gentilmente parassem de me perturbar com problemas e problemas e incompetência. eu faço de conta que trabalho, muitas e muitas vezes. muitas e muitas. mas dou conta do que é necessário. acontece que sou estagiária e assim posso ser culpada por todos os males do mundo. mesmo se fiz tudo direitinho e dentro dos conformes.
perdi a paciência hoje.
pra piorar, minha mãe resolveu entrar na paranóia nada vai dar certo/eu vou morrer logo. just great.
mas, o problema. então: se você vai buscar alguém no aeroporto, precisa do quê?
ponto para quem respondeu que precisamos do número do vôo.
e do nome da pessoa, claro.
e se essa pessoa chega em avião particular? você precisa, aqui em porto alegre, saber em qual hangar o avião vai chegar, porque todos estão no aeroporto antigo.
só que seu chefe know-it-all não pegou tais informação preciosas.
mas, hipótese, você, estagiária querida, checa em TODOS os hangares que existem na cidade, e não há expectativa de chegada em NENHUM deles?
bem, você pode entrar em desespero ou ir comer um brownie, bem calma. deve usar a segunda opção se estiver mesmo prestes a se tornar ex-tagiária, senão é melhor entrar em desespero.
ok, existem alguns passageiros vagando pelos ares. podem ter sido seqüestrados, podem ter morrido, podem estar vindo sem autorização da infraero. eu não sei.
também não quero saber.
já tenho muitas preocupações, pra servir de hd externo da cabeça dos outros.
que saco.

28.8.05

i wish i felt nothing

sim. sou chata e implicante. e, se não for do meu jeito, ora, não brinco mais.
finjo ser invisível pra não ter que te encarar afogo na piscina pra você me salvar tropeço na escada pra você me pegar crio mil feitiços pra tentar te conquistar eu só quero brincar com você, eu só quero brincar com você.
direto ou com escalas.
direto, ou com escalas.
como vai ser?

27.8.05

moça, olha só o que eu te escrevi...
ó vocês entusiastas dos hermanos, eu não gostei desse último show.

viajar sem mim, me deixar assim
tive que arranjar alguém pra passar os dias ruins
enquanto isso navegando eu vou sem paz
sem ter um porto, quase morto sem um cais
e eu nunca vou te esquecer amor
mas a solidão deixa o coração neste leva e traz
veja bem, além
destes fatos vis
saiba, traições
são bem mais sutis
se eu te troquei
não foi por maldade
amor, veja bem, arranjei alguém chamado saudade.

26.8.05

esse blog anda meio abandonado.
oh, well.
oh well well well.

20.8.05

lunettes.
meu perfil.
e meus novos óculos que sim, antes que alguém se manifeste, são da griffe da filha de um dos dois filhos de francisco.

óculos.

i sleep with this new boy i'm still gettig used to...
tive o mais estranho dos sonhos.
se passava na neo.
e depois é censurado.
não posso sair espalhando esse tipo de sonho. nada homossexual, para a tristeza dos demais. mas, puxa, que sonho bizarro. daí acordei e bebi dois litros de água. ainda estou impressionada. impressionadérrima, diga-se.
sabe aquele tipo de sonho que você tem a mais absoluta das certezas que realmente está acontecendo? sonho com cheiro, com gosto, com toque? esse tipo. uma vez fui dormir com uma camiseta e acordei com outra, devia ter uns dez anos. foi um mistério durante anos. não, na verdade ainda é um mistério, mas deixei de me preocupar, porque ir dormir em uma casa e acordar em outra é muito mais misterioso - e perigoso - do que a simples troca de camisetas.
é que tem uma coisa passando na minha cabeça. pém pém pém. martelando minha cabeça. e eu não consigo tirar. não é o sonho, ou envolve o sonho, nada. é maior. é a sensação de ter feito mal a alguém, e odeio. mesmo sabendo que foi o mais correto, mesmo sabendo toda essa baboseira psicológica sobre não negar sentimentos, não fingir, não auto-flagelar. eu entendo dessas coisas. não carregar o mundo nas costas, porque em algum momento você cai e é complicado levantar. e eu não posso carregar as expectativas alheias. chega de expectativas. não, não podem existir as expectativas porque não é o meu momento de stand up for these things.
mas martela. ó deus. vontade de gritar que: ei ei ei não é por mal não, viu? seria perfeito, se não fosse no momento errado. e não poderia ser o momento mais equivocado. bad timing. então, ok, aos poucos eu vou entender que foi a melhor coisa a se fazer. mesmo sem motivos. eu precisei inventar um motivo plausível, que ferisse, pra que ninguém saísse com uma mágoa tipo 1. a pior delas. melhor assim, sabe? porque ódio passa. invariavelmente.
a gente aprende, de novo.
em pouco tempo tantas coisas terão acontecido, e nem se lembra do que passa. vai ser aquela coisa do supermercado. você tá alí, fazendo as compras, quando encontra alguém que fez parte da tua história. duas opções: sorri ou ignora. a vida foi pra frente, você casou, teve filhos, tem a prestação do apartamento pra pagar. não vai estragar tudo tentando reviver uma coisa que já não deu certo. então não pára pra conversar, nunca.
bem, o pessoal da novela das 8 deveria saber disso.
excuse me mrs. busybody
could you pencil me in when you can?
though we both know
that the worst part about it
is i would be free when you wanted me
if you wanted me
oh, i am the man on the side
hoping you'll make up your mind
i am the one who will swallow his pride
life as the man on the side
one of the many
but one of the few
to stand back and wait for you...

19.8.05

in case you're wondering why she's so quick to come and go.


she might be scared as hell.

special someone.

i'm utterly essential.

é o que diz o horóscopo. e se você não acredita, que posso eu fazer?

e, ón, falo muito francês, hein?

17.8.05

lalalalala.

i didn’t mean to start the last big fight
you never should have hung up that night
all i want to do is make things right
make it right
listen, with all the choices that we chose to make
and all the promises we chose to break
we were busy making big mistakes, yesterday
all i know is what i’m missing
what i’m missing is your kissing
are you listening
don’t go, don’t go telling me you’re alright
there’s no room for getting uptight
don’t go saying that you’re ok
when you’re lonely
baby don’t go telling me we’re over
when you know you’re my one and only lover
and i won’t go saying that we’re ok
when we’re lost without each other
i can tell you one thing
we’re not better on our own
i’m tired of running from my feelings
are you listening?

quickly.

o time do são paulo voltou ao hotel.
sem tanto alarde dessa vez. e eu presenciei a escalação, tá?
poderia vender essas informações à imprensa. é, mas não vou.
bem, descobri o que tanto aquele pessoal moderno quer fazer no festival de gramado: assistir à apresentação do filme de zezé de camargo e luciano.
já desconfiava.
e agora, com licença. tô trabalhando para ser a estagiária-que-vai-embora-modelo.
p.s.: o chefe trouxe um mouse de luzinha.
e eu sorri como uma criança.
o calo nerd que tenho no pulso - de tanto usar o computador - agradece.


15.8.05

beavis?

ui. acho que passou o momento inspiração vem das tripas.
vou entrar mesmo é pro ramo da auto-ajuda. dizem que é um santo remédio aos de baixa auto-estima.
e baixa auto-estima é um troço engraçado pra caramba, pela sonoridade. eu sei a distinção etimológica (rá rá rá) da palavra, mas soa engraçado mesmo. a minha baixa auto-estima.
é, o momento das tripas passou.

e eu, que não freqüento mais a faculdade, tenho emprego até o dia 5 e um futuro cheio de incertezas pela frente?
seja feliz você também.

eu não sei como lidar com as situações que insistem em se apresentar.
e ninguém aparece para ajudar.
está nas minhas mãos, colocam nas minhas mãos, as mesmas pessoas que já seguraram essa droga desse coração, as mesmas que jogaram pela janela do carro, em direção ao quarto, e disseram, depois de largar em casa: não me liga. agora eles vêm, cheios de cuidados e carinhos. pegam o coração calmo e colocam nas minhas mãos e insistem em querer que eu cuide. que eu aceite. insistem em podar minhas vontades, rasgar meus planos, e vestir tailler rosa-bebê. eles querem tanto e eu não sei o que fazer. eu não conheço amor sem birra, sem ciúmes, eu não consigo manter por muito tempo um sentimento que não se agita, que não quer pular pra fora da garganta, eu não sei eu não sei, e então me diz como é que se faz agora? porque é fácil, é muito e tão fácil, gritar por aí, eu sempre soube, as tentativas são em vão. não elas não são. e não é traição. aceita apenas a tua parte do egoísmo. do tempo em que era eu ao lado do telefone, querendo tanto e tendo certeza. aceita a tua parte podre, porque eu sou menina. eu fui menina.
eu não menti um só minuto.
aceita então, ó grande pessoa que sofre, que eu sofri também. quando eu mais queria e acreditava. quando o sofrimento tinha proporções gigantescas e meus olhos enxergavam qualquer problema por uma lente de aumento. quando eu queria sossego.
eu tentei. mas era um regresso. quieta e comportada deitada na cama. eu tentei.
o egoísmo agora é meu.
que comecem os adjetivos ruins. eu carrego um escudo de corações partidos, não faz assim tão mal.

14.8.05

never saw blue like that before.
hoje é dia dos pais.
dentro em breve o meu pai que-é-separado-da-minha-mãe vai receber o melhor presente since the day he left home: eu!
eu, em carne, osso e toda a encheção de saco que posso proporcionar - desenvolvida e melhorada ao longo de 21 anos, com todos os elementos necessários para a construção de uma personalidade forte + as benesses de anos de análise.
certo que a mtv vai se interessar por esse programa.
mas esperamos que seja apenas até meus pés pisarem foreign lands. ui. adoro.
feliz dia dos pais, pai.
seria melhor, mesmo sendo pior, que você estivesse aqui. mesmo que brigássemos emburrados em uma mesa de restaurante lotado.
família é assim.
feliz dia dos pais, mãe.
porque, ei, você virou pai e mãe. mesmo sendo isso um clichê fenomenal.
família é assim.
and when i sent u a message
never i thought you would answer
dreams of you're becoming true
illusions of not being damaged
enough to make me go trough
cuz' i am your only good medicine.

fui solenemente enganada.

ah! essas provações da vida moderna, e eu sempre escolhendo errado.

será que é sina, deus-do-céu?

desisti, viu? de-sis-ti.

11.8.05

advogados sabem se divertir.
simpatizo com o 11 de agosto, então.
por que uma das minhas irmãs não entra pro direito de uma vez?
Quinta, 11 de agosto de 2005, 06h39 Atualizada às 08h23
Universitários penduram conta de R$ 488 na Daslu
Na véspera do "Dia do Pendura", seis estudantes de direito da Universidade de São Paulo (USP) aproveitaram para sair sem pagar uma conta de R$ 488 ontem do restaurante Leopolldina, que fica dentro da Daslu, em São Paulo.
A pendura é tradição no 11 de agosto, Dia do Advogado. Os alunos desse curso não pagam o que consomem em restaurantes. No entanto, durante toda esta semana os estudantes já têm "presenteado" restaurantes paulistanos com o calote, informou o jornal Folha de S.Paulo.
Após se deliciarem com salmão, medalhão de filé mignon e foie gras (patê de fígado de ganso), os alunos cantaram para explicar por que não pagariam. "Garçom, tire a conta da mesa e ponha um sorriso no rosto. Seria muita avareza cobrar do 11 de agosto", diz um dos hinos.
A polícia não foi chamada. "Esperava passar um tempo no DP", disse a caloura Júlia Lima. Segundo o estudante Maurício Schuartz, 22, a Daslu foi escolhida para "variar" os alvos. "A pendura quase sempre acontece nos mesmos lugares", disse.
De acordo com a Daslu, o episódio terminou bem e não houve brigas. No mexicano Calmecac o resultado foi diferente. A polícia foi chamada por causa de um grupo de dez alunos que não quis pagar a conta.

9.8.05

because of me.

então é isso.

introdução à informática - de novo
pesquisa em relações públicas
comunicação comparada
redação e expressão em relações públicas III
análise da realidade brasileira contemporânea - é, de novo
planejamento em relações públicas II - ó!
organização de eventos.

terão de esperar.

medo.

ai, universidade pública e gratuita.

7.8.05

se me espera. eu te amo.


só eu sei
nos mares por onde andei
devagar dedicou-se, mas
o acaso a se esconder
e agora o amanhã, cadê?

domingo.

the way that you hold me
whenever you hold me
there's some kind of magic inside you
that keeps me from runnning
but just keep it coming
how'd you learn to do the things you do
and nobody does it better
makes me feel sad for the rest
and nobody does it half as good as you
why do you have to be so good...

momento de tensão.

sorrir em paz.
eu quero ir com você ao show dos hermanos.
então não arruma outra companhia, ok?

6.8.05

dropdead.


sábado. noite. chá. sono. pijama. cheiro de gato xexelento.
ui ui.
alguém me salva do tédio que mata.

bem, alguns e-mails salvam.
duas vivas ao passado que as pessoas carregam numa mochila, por medo de perder um pedaço da história.

o tédio me mata mas a ansiedade me consome os minutos com uma rapidez inacreditável.

fico feliz de saber que você ainda existe e que tudo, apesar dos programas de televisão, vai bem.

a distância sempre foi um dos grandes males da minha existência. seja ela pequena - de casa até downtown - seja ela gigantesca - de casa até, bem, de casa até frankfurt.

vou dormir.

atualiza.

por que não tem ninguém no msn agora?
eu tô aqui, trabalhando, e não tem ninguém pra conversar comigo. pior, trabalho nenhum pra fazer. odeio.
e tá frio na rua.
um vento super forte.
mas muito me agrada dormir com o cabelo molhado, mesmo que no dia seguinte sofra com dor de ouvido.

já disse que esse final de semana pode ser decisivo? é.

mas deixa eu contar que minha irmã adotou um gato de rua. no apartamento. nem vou muito expressar minha opinião a respeito daquele animal horroroso, porque não sou toda a favor dos animais, sabe? dentro do apartamento então...só se for um cachorrinho branquinho e mimado e chato com um laço vermelho no pescoço. looks just like me.

agora gatos feios de rua xexelentos. me desculpa o preconceito, viu? mas há de se manter a pose. pelo menos.

5.8.05

adoro.

se a gente não dissesse tudo tão depressa
se não fizesse tudo tão depressa
se não tivesse exagerado a dose
poderia ter vivido um grande amor...

éam, néam?

3.8.05

stage fright in my own bed.
um dia vai chegar alguém, me colocar no colo e assoprar longe todos os meus problemas. vai entender o meu ciúme, e não achar ruim, porque não faço por mal - certas pessoas gostam demais. vai entender minha preguiça, meus livros espalhados, minha mania de sapatos. não vai achar ruim eu ler o final primeiro, porque odeio esperar desfechos. não vai querer me enfrentar toda vez que eu estiver nervosa. vai me deixar dormir quantas horas forem necessárias e, em hipótese alguma, vai ligar música de manhã cedo. vai me ver cair e levantar e fazer todas as escolhas erradas, um milhão de vezes. não vai achar ruim minha falta de inclinação às atividades domésticas, e o fato de que não sei escolher frutas/verduras/legumes, quanto mais transformá-los em algo realmente comestível. minha mania idiota de acreditar em horóscopos. pão com chocolate. banho de uma hora. vodka gelada. pijamas todo o final de semana. momentos de ódio e outros de amor grudento e chato. minha carência e a auto-suficiência. trezentos dvds, pra dormir.
um dia vai chegar alguém, exatamente assim. e mais um milhão de defeitos. e a cartomante disse, uma vez, que nós não vamos ficar juntos pra sempre, só até que ele perceba minha insegurança. mas vai ser o pai do meu único filho. a cartomante disse isso também, mesmo sabendo que eu quero uma menina.
mas se aparecer alguém que me defenda dos meus próprios medos, já tá de bom tamanho.
e as melhores amigas do mundo se encontraram e serão amigas! e minhas.
gente. amo.

c-p-i.

a gravata rosa do sr. roberto jefferson ganhou o coração dessa chubby.
uiui.

porcarias inovadoras: adoro.

Produtos

Meia para Havaianas rouba cena em feira calçadista

Terça, 19 de Julho de 2005, 19h31

Fonte: INVERTIA

O evento é do setor calçadista, mas a maior novidade da Francal (feira aberta hoje em São Paulo, e que vai até o dia 22) é têxtil: a Alpargatas apresentou nesta terça-feira uma meia criada especialmente para ser usada com o chinelo Havaianas.
O produto, que tem uma divisão entre os dedos justamente para facilitar o encaixe entre pé e sandália, levou mais de um ano entre o projeto e a fase de testes.
A novidade já passou por uma espécie de "test drive" em Curitiba, cidade que tradicionalmente recebe antes as inovações da indústria, Florianópolis e Porto Alegre. Segundo Márcio Utsch, presidente da Alpargatas, a aceitação foi acima da esperada.
Segundo a empresa, o par de meias deverá chegar às lojas de todo o País ao preço de R$ 10.

mas isso não é óbvio? não é óbvio? que mercado maluco não aceitaria essa inovadora meia com o dedão separado do resto dos dedos do pé? ótima. adoro. e assim que chegar em casa: uma foto do meu pé, usando meias de havaiana.

só, realmente não são muito confortáveis de se usar com sapatos.

eu sempre compro/ganho essas coisas novas. como aquele chocolate batom roxo com gosto de uva, e o suflair de alpino que quase ninguém comeu. por que não me contratam para dar opinião sobre novos produtos?

estou aberta à negociações.

2.8.05

com ou sem anti-reflexo?

comecei a procurar óculos.
porque sim, agora eu p-r-e-c-i-s-o usar.
mas, além de eu só gostar dos caros pra caramba, não consigo achar nenhum perfeito.
paciência.

maria clara diniz foi ídolo.
encomendei a matrícula.
estou no 6º semestre, agora.
mas: quem sabe?
dentro em breve terei um diploma universitário que serve para absolutamente nada. ótimo, era o plano desde o começo.
provavelmente serei uma profissional de rp (ah!) aos vinte e três anos.
e daí é melhor entrar logo numa especialização - mesmo sem estar trabalhando - ou optar pelo ramo das vendedoras de shopping?
o otimismo ficou dormindo, hoje.

1.8.05

mas isso é menos que tudo, é menos do que preciso.
“...ah, meu amor não tenhas medo da carência: ela é o nosso destino maior. o amor é tão inerente quanto a própria carência, e nós somos garantidos por uma necessidade que se renovará continuamente. o amor já está, está sempre. falta apenas o golpe da graça – que se chama paixão.” clarice lispector
essa clarice lispector sabia das coisas.
eu preciso fazer matrícula e, veja só, mesmo sentada em frente ao computador e com a grade de horários bem ao lado, tenho preguiça.
essa indecisão me mata, viu?
vou dormir, pra ver se passa.